sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A brincadeira do troca

Uma hora está comigo, outra hora entrego pra Deus... e assim vai. Até quando ?
não sei, realmente, não sei.
Ah! mas como eu gostaria de saber, como eu queria fazer o "troca" congelar.
Mas será que Deus só me ensinou a brincar de troca?
acho que não, né?!
Em Mateus 11 - 28, Jesus nos ensina unicamente em não brincarmos de troca, e sim, de entrega.
"... vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."
Ele quer que nós entreguemos nossas dores, nossos sofrimentos, aquilo que nos cansa, aquilo que nos machuca, e tudo aquilo que for repulsivo.
Mas Deus chegou em um ponto diferente comigo sobre esse versículo, um entendimento indispensável, que é mais importante do que simplesmente aliviar nossa dor.
Até porque, em João, 16 - 33, Jesus nos fala: "... no mundo terei tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo."
Isso não quer dizer que Ele tenha prazer em nos ver tristes e sofrendo, entretanto, muitas vezes nós mesmos entramos em sofrimentos e dores desnecessárias.
POr ficarmos pensando em coisas que não deveríamos, por alimentarmos pensamentos e sentimentos hostis, por darmos ênfase a umas coisas que surgem na nossa mente e nem mesmo verdade as mesmas são.
Fora as outras situações que não citei. E jamais, esqueçamos dos sofrimentos necessários para o nosso crescimento e aprendizagem.
Jesus quer que entreguemos essas coisas para Ele, não só essas, mas aquelas preocupações relevantes também. É, essas mesmas que você acabou de pensar, por mais importância que elas tenham,
as mesmas podem estar tomando o seu tempo de uma maneira que não poderiam, principalmente, quando elas furtam seu tempo com Deus e com o reino Dele.
E é nesse ponto que eu queria chegar. É esse tempo que não podemos desperdiçar, são nesses momentos que deixamos de fazer a vontade do Pai,
deixamos de nos preocupar com quem precisa, com quem ainda não conhece Deus na sua essência.
É com esse egoísmo, que muitas vezes matamos algumas pessoas . E nós sabemos muito bem para que lugar as mesmas vão se não tiverem Jesus, não é?!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Mais uma divagação

o que fazer contra o impossível, lutar? ir contra? batalhar? subjuga-lo? porém quando a realidade mostra que é impossível, o que fazer?
Se muitas vezes o possível parece impossível e o impossível parece possível, será que tem como isso ser possível? Pois é, como tudo é relativo, isso é mais relativo
do que o próprio relativo.
Será que não é pior quando o possível é impossível, e o impossível possível?
A teoria da relatividade continua, mas o possível impossível é preocupante e o impossível possível é exuberante!
Acreditar que o impossível não é mais impossível faz-me jubilar, com todavia, acreditar que o possível já não mais é possível, causa-me repúdios.
Será que a palavra impossível não é tão funesta e hedionda? Por que então trouxeram à existência, somente porque em certas palavras podemos colocar um prefixo de
negação e assim criamos um significado contrário? Será que isso não é desnecessário para a palavra impossível? Ela não traz um certo temor e repulsão às pessoas? então por que a adotamos
e a usamos? Que tal abstrair a palavra impossível do nosso vocabulário, esquecê-la de sua existência, o que aconteceria?