sexta-feira, 15 de maio de 2015

Mulheres são mais maduras ?

    Me soa estranho  quando uma mulher vem com o papo de "nós somos mais maduras". Para falar bem a verdade acho meio brega falar de maturidade, é aquela coisa de
citar os outros
como pessoas imaturas e nós os "madurões". Sem citar o fato que já vi muita mulher mal resolvida na vida e sozinha, culpar os homens pela sua solidão e dizer:"eles são muito crianças". E não me venha
gritar "machista!" porque não te darei ouvidos. E nem acho que seja exclusivo das feministas esse papo de "mulher madura".
    Também acredito que a maioria das vezes  que mulher vem com essa conversa de maturidade, estão confundindo mau-humor ou chatice com serem mais maduras. Sei que estou pegando pesado e algumas
até dirão que não gosto de mulher, o que é uma piada, porque o que eu  não gosto mesmo, é esse papinho sem fundamento e sempre vindo de mulheres que nem são maduras o quanto pensam, embora ninguém deva
ser maduro o quanto imagina.
    mas mulheres, ficam tranquilas porque entendo perfeitamente como anda o "mercado do amor". Mesmo que  eu ache que ele não deveria ser muito diferente antigamente porque o ser humano
 sempre teve os mesmos defeitos . Mas não é "privilégio" de vocês conhecerem um monte de homens imaturos e que não servem como companheiros, está cheio de mulher
que não dá para conversar por meia hora.
    E é claro que mulher madura é encantadora, até porque sempre vem com um "combo" de humor e inteligência. Mas essas sabem a hora que precisam ser maduras, e sabem
que a vida também é feita de coisas "inúteis" e "imaturas".

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Alegre menina que beija seu amante feliz sim, quem beija. Existe a prisão que é libertada com um beijo porque um beijo, um beijo mata muito desejo. Nem se eu falasse o que poderia te despir, eu conseguiria mas com um beijo... Calor da boca e do coração é um beijo beijo que vale uma palavra mas eu nunca vou te contar beijo que cura um estando dois e beijo que também cura os dois. Beijo do dia que vem depois mas só se for de nós dois. Beijo da lágrima que respira e do coração que ainda diria: namora comigo ?

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Cuidado com o "coitadismo", ele é contra a vida


    O "coitadismo" realmente é um mal da sociedade atual,  está penetrado em tanto lugar que a coisa é pior do que se pensa. Vou falar talvez de um dos textos
mais polêmicos que escrevi, senão o mais.

    Para título de informação, eu sou deficiente visual, perdi boa parte da visão quando tive um câncer há uns   21 anos . Não perdi totalmente a visão,
mas enxergo cerca de cinco porcento. Por isso reconheço bem o que vou expor nesse texto.

    Vejo algo que me preocupa muitas vezes nos deficientes e vou falar exclusivamente dos visuais. Essa história exagerada de preconceito, lutar pelos direitos
e sair por aí processando ou tendo vontade de  processar todo mundo, é um pouco exagerada e muito vitimizada em alguns casos. Eu entendo perfeitamente o que é
preconceito e já passei por isso, fui rejeitado pelo menos em três escolas da minha cidade e todas elas com nomes locais e até nacionais. Não processei nem
uma, não acho que isso resultaria em algo além do dinheiro mesmo eu estando dentro dos meus direitos. Educar e adequar uma instituição e pessoas, não é através
de processo, é por outro caminho. Quero deixar bem claro que não sou totalmente contrário a processar instituições e afins por preconceito, em alguns casos
existe o  dano moral e outras coisas, mas acho que isso beira muitas vezes ao exagero e aquela história tão reverberada em nossos tempos do:"eu tenho meus
direitos".

    Em Todas escolas que estudei eu fui o primeiro deficiente visual, estudei em três lugares diferentes na minha vida escolar, mais uma de inglês e a
escola atual que faço música. E posso afirmar que o processo do dia a dia e o aprendizado na prática foram muito melhores para os meus educadores, inclusive é
algo muito comentado por eles, inicialmente gera aquele medo e insegurança, mas depois eles notam que a coisa não é complicada. É claro que algumas adaptações
precisam ser feitas, muita coisa visual acaba tendo e não dá pra levar tudo "na boa". Mas sempre se acha um caminho, não é nada desesperador.

    Outra coisa que quero destacar que pra mim é mais relevante e preocupante, é o isolamento que acontece por parte das pessoas com deficiência visual. Se
prendem muitas vezes em frequentarem alguma instituição para cegos e mesmo quando a mesma já fez tudo que deveria, ainda permanecem lá como um "Porto seguro".
A falta de vivência em uma "vida normal", gera alguns problemas bem graves, como:

1 - As pessoas tão pouco conhecem como é a vida de um deficiente visual e por isso se tornam tão ignorantes e fazem perguntas ridículas, do tipo:"sua mãe te dá
banho?"

2 - O mundo que a maioria tem a mesma situação que você com pequenas diferenças, não é muito "real". Ele se torna muito acomodado e fugitivo, parece que a vida
"lá fora" é terrível e cheia de caminhos obscuros. É claro que existe preconceito, mas a vida não é uma "mamata " pra ninguém, não dá pra culpar só os outros e
as instituições e tão pouco ir pra fora e deixar a vida despertar e acontecer. Além disso,  é necessário admitir que o número~de deficientes embora seja bem
significativo, não é tão grande a ponto de todo mundo ter que conhecer algum e saber lidar com isso, mesmo que as pessoas muitas vezes" forçam  a amizade" com
perguntas que bastava o bom-senso para que elas não acontecessem.

    É claro que já passei por situações bem desagradáveis e quando criança já voltei pra casa chorando por causa da minha
deficiência e do preconceito, mas a vida segue, e sofrer em muitos casos para não dizer todos, é uma escolha.

 Sei que existe também o caso dos pais que acabam privando seus filhos de muita coisa e por excesso de preocupação e ignorância, não deixam que eles sejam
"livres", colocam limites desnecessários após uma idade mais avançada dentre outras coisas. Isso não é culpa só dos pais é claro, chega uma hora que os filhos devem fazer algo
também, afinal, não dá para ficar a vida toda assim, uma hora os pais vão morrer e a independência faz bem para todo mundo que a exerce conscientemente .


    Isso não é uma generalização e nem um texto para demonstrar que eu sou melhor que a maioria, apenas são fatos expostos de coisas que necessitam de mudanças
e muitas delas, precisam partir das próprias pessoas e não só do outro lado. As pessoas que muitas vezes "exercem " o preconceito não são as maiores ou as
únicas culpadas , é bom sempre olhar "o outro lado da moeda". Ficar toda hora "gritando" por acessibilidade e não viver em sociedade, não vai resultar em nada.

    E para encerrar, é muito óbvio que não tenho orgulho de ser assim e se pudesse enxergar normalmente, eu gostaria. Mas não dá, e não há nada a ser feito
a não ser viver do jeito que me é possível. E sem "coitadismos" de preferência.

Cuidado com o "coitadismo", ele é contra a vida

O "coitadismo" realmente é um mal da sociedade atual, está penetrado em tanto lugar que a coisa é pior do que se pensa. Vou falar talvez de um dos textos mais polêmicos que escrevi, senão o mais. Para título de informação, eu sou deficiente visual, perdi boa parte da visão quando tive um câncer há uns 21 anos . Não perdi totalmente a visão, mas enxergo cerca de cinco porcento. Por isso reconheço bem o que vou expor nesse texto. Vejo algo que me preocupa muitas vezes nos deficientes e vou falar exclusivamente dos visuais. Essa história exagerada de preconceito, lutar pelos direitos e sair por aí processando ou tendo vontade de processar todo mundo, é um pouco exagerada e muito vitimizada em alguns casos. Eu entendo perfeitamente o que é preconceito e já passei por isso, fui rejeitado pelo menos em três escolas da minha cidade e todas elas com nomes locais e até nacionais. Não processei nem uma, não acho que isso resultaria em algo além do dinheiro mesmo eu estando dentro dos meus direitos. Educar e adequar uma instituição e pessoas, não é através de processo, é por outro caminho. Quero deixar bem claro que não sou totalmente contrário a processar instituições e afins por preconceito, em alguns casos existe o dano moral e outras coisas, mas acho que isso beira muitas vezes ao exagero e aquela história tão reverberada em nossos tempos do:"eu tenho meus direitos". Em Todas escolas que estudei eu fui o primeiro deficiente visual, estudei em três lugares diferentes na minha vida escolar, mais uma de inglês e a escola atual que faço música. E posso afirmar que o processo do dia a dia e o aprendizado na prática foram muito melhores para os meus educadores, inclusive é algo muito comentado por eles, inicialmente gera aquele medo e insegurança, mas depois eles notam que a coisa não é complicada. É claro que algumas adaptações precisam ser feitas, muita coisa visual acaba tendo e não dá pra levar tudo "na boa". Mas sempre se acha um caminho, não é nada desesperador. Outra coisa que quero destacar que pra mim é mais relevante e preocupante, é o isolamento que acontece por parte das pessoas com deficiência visual. Se prendem muitas vezes em frequentarem alguma instituição para cegos e mesmo quando a mesma já fez tudo que deveria, ainda permanecem lá como um "Porto seguro". A falta de vivência em uma "vida normal", gera alguns problemas bem graves, como: 1 - As pessoas tão pouco conhecem como é a vida de um deficiente visual e por isso se tornam tão ignorantes e fazem perguntas ridículas, do tipo:"sua mãe te dá banho?" 2 - O mundo que a maioria tem a mesma situação que você com pequenas diferenças, não é muito "real". Ele se torna muito acomodado e fugitivo, parece que a vida "lá fora" é terrível e cheia de caminhos obscuros. É claro que existe preconceito, mas a vida não é uma "mamata " pra ninguém, não dá pra culpar só os outros e as instituições e tão pouco ir pra fora e deixar a vida despertar e acontecer. Além disso, é necessário admitir que o número~de deficientes embora seja bem significativo, não é tão grande a ponto de todo mundo ter que conhecer algum e saber lidar com isso, mesmo que as pessoas muitas vezes" forçam a amizade" com perguntas que bastava o bom-senso para que elas não acontecessem. É claro que já passei por situações bem desagradáveis e quando criança já voltei pra casa chorando por causa da minha deficiência e do preconceito, mas a vida segue, e sofrer em muitos casos para não dizer todos, é uma escolha. Sei que existe também o caso dos pais que acabam privando seus filhos de muita coisa e por excesso de preocupação e ignorância, não deixam que eles sejam "livres", colocam limites desnecessários após uma idade mais avançada dentre outras coisas. Isso não é culpa só dos pais é claro, chega uma hora que os filhos devem fazer algo também, afinal, não dá para ficar a vida toda assim, uma hora os pais vão morrer e a independência faz bem para todo mundo que a exerce conscientemente . Isso não é uma generalização e nem um texto para demonstrar que eu sou melhor que a maioria, apenas são fatos expostos de coisas que necessitam de mudanças e muitas delas, precisam partir das próprias pessoas e não só do outro lado. As pessoas que muitas vezes "exercem " o preconceito não são as maiores ou as únicas culpadas , é bom sempre olhar "o outro lado da moeda". Ficar toda hora "gritando" por acessibilidade e não viver em sociedade, não vai resultar em nada. E para encerrar, é muito óbvio que não tenho orgulho de ser assim e se pudesse enxergar normalmente, eu gostaria. Mas não dá, e não há nada a ser feito a não ser viver do jeito que me é possível. E sem "coitadismos" de preferência.

domingo, 29 de junho de 2014

Eu sou quem eu não digo ser

    "O que você é fala tão alto que eu não consigo escutar o que você diz".

    Me senti extremamente confrontado quando li essa frase no livro que estou lendo do Ed René Kivitz chamado talmidim. Não é como se eu olhasse para você  ou para
algum outro e apontasse o dedo na cara dizendo:" você  não é quem você diz ser". Mesmo que nisso atue uma grande verdade de alguma forma, porque num geral,
sempre nós somos menos do que pensamos e temos mais defeitos do que achamos, o foco em si é o quanto nós tentamos gritar para o mundo o que não somos e de
alguma maneira obscurecemos todo defeito e maldade que temos para que pareçamos pessoas boas. Isso me faz lembrar quando algum artista é questionado se tem
algum defeito e a resposta  é :"sou perfeccionista". O que é uma mentira das grandes, ninguém é apenas perfeccionista, e ainda essa resposta soa um tanto quanto
orgulhosa porque muitos se orgulham do tal "perfeccionismo ".

    Mas mesmo eu e você que somos pessoas "comuns", que dificilmente são entrevistadas e saem em revistas, jornais, rádio ou tv, acabamos entrando nessa também.
Porque se não nos perguntam diretamente  "qual é seu defeito" ou " quais são seus defeitos", nós caímos no erro da justificativa e do falatório. Tentamos
explicar o erro, queremos falar porque somos assim ou dar "razão " e "colorido" ao nosso defeito. Fora a atitude maluca de definir quem somos em virtudes
apenas.

Essa frase     "O que você é fala tão alto que eu não consigo escutar o que você diz", me aponta o dedo na cara, é como se estivesse alguém me dizendo isso em
alto e bom som, com amor mas ao mesmo tempo com uma sinceridade que me constranja o coração e me faça voltar para o lugar de miserabilidade, de reconhecer:"
miserável homem que sou".


    "O que você é fala tão alto que eu não consigo escutar o que você diz".

domingo, 20 de abril de 2014

Fariseu que ainda eu e você somos

    Porque o que há é a nossa igreja feita de nós, muitas vezes fariseus e distantes da pessoa de Jesus Cristo. Hoje se falamos que não pode isso ou não pode aquilo,
 na verdade mais confessamos que não amamos tais pessoas que praticam tais coisas, sejam elas "da igreja ou não".
    Somos como quem quer dar rótulo a tudo pra definir e qualificar pessoas ou um grupo delas, não conseguimos conviver e amar mesmo que as mesmas pratiquem
coisas que não concordemos, e olha que Paulo adverte porque muitas vezes nós também praticamos essas mesmas coisas. Mas mesmo que não, mesmo que não somos
praticantes do que tanto nós condenamos estamos sim com a função errada, e olha, não me venha falar que apenas "amamos a pessoa mas discordamos do que ela faz".
Na verdade tanto discordamos quanto deixamos de amar. Não estou aqui dizendo que devemos passar a mão na cabeça não, mas tão poucas vezes conseguimos advertir
alguém em amor, e quando fazemos em algumas ou muitas vezes nem deixamos a vida nos tornar íntimos para a liberdade de uma amizade se transformar em conversas
sinceras e  amigáveis.
    A gente cria dicotomia pra tudo, é música, amigo e festinha secular, é povo da igreja e do mundo, é quem é salvo e quem não é. Como diz o Marcos
Almeida:
"sobre o mesmo chão, está o muro e o lado de lá que você esqueceu. Meu chão é o  mundo, tem dois lados em guerra; meu mundo este chão onde você cresceu e
eu, também. Ao redor de muitos me apontaram as cercas e os muros , eu quis o caminho, roguei pela vida. E vou subvertendo o mundo amando a esperança que salta
os muros e brinca arteira com tua  criança..."

terça-feira, 15 de abril de 2014

É de vocês que todos precisam

Hoje eu não estou em mim
Quero rever amigos e assassinar saudades;
e relembrar que hoje eu não preciso de mim, só de vocês.

Porque qual é o homem que pode ter felicidade ou amor no coração sem amigos ?
Qual é a vida que é contemplada e vivida na solidão ?
Nem uma, meus caros.

E essa relação é aberta
é como coração de mãe;
POrque sempre tem lugar para mais um.
E espero, que menos lugar para mim.

Não quero os conformes da distância
Nem relação destruída por pecado
muito menos a falta do perdão;
Porque sem amigos, gente a gente não é.