"A música é a emoção/sentimento através da melodia, harmonia e ritmo. É aquilo que eu gosto de ouvir. É o que cantamos na igreja nos cultos ou missas. É o
show de quem ainda não fui e tanto queria ir. É aquilo que está presente em qualquer momento da vida, aquilo que eu canto na felicidade ou tristeza, empolgação
ou quando estou desanimado. " "Uma música é uma música."
Uma música é também uma das coisas mais discutidas em todos os sentidos dentro da igreja cristã, quando é que eu posso ou quando é que eu não posso ouvir
determinada música? posso ou não ser músico cristão? posso ser músico e tocar em banda secular/ ouvir música secular?
Bom, eu não estou aqui para abordar todos esses assuntos e polêmicas que a música trás, mas para falar especificamente de um, que é um músico, uma banda ou de
uma música cristã, não gospel, não secular, nem rotulada de alguma outra maneira, mas sim uma música de determinado gênero musical, cristã.
a música é sim uma arte, a música pode sim ser uma profissão e a música é sim também para louvar e honrar o nome de Deus. Como louvor ela é sacra e ministerial
para determinadas pessoas, não deixando de ser uma arte, mas uma arte mais especifica entre pessoas do mesmo ambiente, que é o louvor/adoração. Como profissão
ela também pode existir, e não estou colocando como uma profissão que não vai honrar o nome de Deus ou fazer de qualquer jeito, mas apenas colocando como uma
profissão de um cristão, um cristão que faz música cristã, que não é especificamente direcionado para o ambiente de adoração.
Quem é da música e da arte sabe que a inspiração sempre vem do dia a dia, e se eu sou cristão, obviamente irei compor música cristã. Posso sim compor outras
coisas, como uma música para uma pessoa pela qual estou apaixonado e por aí vai. Mas por experiência própria, minhas músicas têm sido cristãs e de maneira
muito natural. Se minhas músicas não são naturais, já existe um grande erro, então encerro aqui a parte de composição e de perguntas ou dúvidas que poderiam
surgir sobre.
Agora vamos a outro ponto bastante importante e relevante:
não acredito que todo músico deva seguir essa linha, primeiramente porque as coisas precisam ser direcionadas por Deus mesmo você já descobrindo suas vocações e
talentos. Precisamos de músicos nas igrejas, precisamos de músicos que fazem música sacra, precisamos de músicos professores e precisamos de músicos que fazem
música cristã, que já estão mais diretamente ligados a arte num todo e fazendo música para expansão do reino de Deus, para ganhar vidas e gerar transformações
nas pessoas que ainda não conhecem a Jesus, sejam elas ouvintes como também, músicos que não são cristãos.
Existem muitos pontos ainda para serem abordados e ainda não me sinto muito à vontade para falar de todos eles, um outro que tenho uma posição já definida,
que é sobre o fator cobrança/finança, é que a partir do momento que você é um músico cristão não destinado a música sacra, você pode sim cobrar por isso.
um dos motivos que sustento essa ideia, é porque é profissão, afinal, algum advogado, engenheiro, médico ou mecânico cristão trabalha sempre de graça ? não, né?!
A não ser que Deus dê direcionamento específico para não cobrar e fazer uma "loucura" de viver até de ofertas de quem não é cristão, mas não vejo erro ou
problema em você cobrar por isso, (lembrando que não estamos falando de música especificamente ministerial, sacra e para louvar a Deus, isso já é outro
departamento).
Uma frase dita pelo Marcos Almeida nas suas entrevistas e textos, resume outro ponto importante:
"não fazer do púlpito um palco e de um palco um púlpito." . Isso para mim resume que você pode estar em qualquer ambiente, só precisa saber lidar com ele, não
quer dizer que você como músico cristão não vá tocar dentro de igrejas e eventos cristãos, e nem que você tenha que tomar uma postura de não participar dos
mesmos, afinal, seria tolice e um tanto vaidoso querer deixar de lado tudo isso.
Que Deus esteja, sempre.
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